Diciembre 2015
Diciembre 2015

La unión temporal y el consorcio en el pliego de condiciones y documento de constitución

54




DOI: http://dx.doi.org/10.15425/redepriv.54.2015.03


-------------------------------------------------------

 

Resumen

 

Las relaciones de las partes de los contratos estatales son uno de los aspectos muy poco estudiados desde el punto de vista de los contratistas —uniones temporales y consorcios— a pesar de su frecuente uso en los procesos de contratación. Por ello es interesante su estudio desde su fundamento constitucional, pasando por su regulación vía pliegos de condiciones y llegando a la autonomía de la voluntad en la definición del contenido del documento de constitución. En dicho estudio el pliego de condiciones y el documento de constitución —donde se cristalizan las ofertas conjuntas—, son los principales y únicos medios para solucionar muchos de los interrogantes sobre la verificación y ponderación de las ofertas en la fase precontractual y los límites de la responsabilidad durante la etapa contractual o postcontractual.

 

-------------------------------------------------------


Abstract

 

Relations between the parties involved in state contracts is an area that has not received much academic study from the perspective of the contractors — temporary unions and consortium — despite their frequent use in contractual procedures. Therefore, it is an interesting topic of study to take on starting by looking at their constitutional basis, then at their regulation via specifications and thereafter how they gained autonomy in defining the content of the document of incorporation. In this study, the specifications and the document of incorporation, where joint bids are made, serve as the first and only vehicle for resolving many of the questions regarding the verification and weighting of the offers in the pre-contractual stage and the limits of responsibility during the contractual or post-contractual stage.

-------------------------------------------------------


Resumo

As relações das partes dos contratos estatais são um dos aspectos pouco estudados desde o ponto de vista dos que contratam — uniões temporais e consórcios— apesar de seu frequente uso nos processos de contratação. Por isso é interessante seu estudo desde seu fundamento constitucional, passando por sua regulação via pleitos de condições e chegando à autonomia da vontade na definição do conteúdo do documento de constituição. Em dito estudo o pleito de condições e o documento de constituição —onde se cristalizam as ofertas conjuntas—, são os principais e únicos meios para solucionar muitos dos interrogantes sobre a verificação e ponderação das ofertas na fase pré-contratual e os limites da responsabilidade durante a etapa contratual o pós-contratual.

Categorias: